15 de setembro de 2010

Profundo, amargo e insano

3° Lugar - Bloínquês (Edição Poemas)
 A semente desaprendeu a brotar
Porque o regador deixou de regar
O Sol esqueceu de aquecer
E a sombra deixou de proteger.
-
É estranho como todo mundo revida
Como tudo odeia a sua partida
O adeus sempre foi doloroso 
Amargo, desgostoso.
-
Você era meu coração conciso
Meu pedacinho do paraíso 
A única esperança de salvação. 
A alegria do meu coração.
-
Então, não me mata de saudade
Não me deixe morrer de ansiedade
Porque é irritante morrer de dor.
Se ainda tenho o seu amor.
-
  E não venha me dizer que não
Eu sei que ainda sou seu chão
Porque eu, garoto insano
Mesmo contra minha vontade, te amo.


Notas da autora: 
- Desculpe pelos traços, mas meu computador 
resolveu não separar as estrofes, então só consegui
resolver assim

5 comentários:

Jessica A. disse...

Gostei. É sempre algo profundamente amargo ter e não ter, perder, sofrer. É.
muito legal, aqui.
beijos.

Italo Stauffenberg disse...

parabéns pelo poema e pelo remember the sunshine!

Bjo.

Nina Auras. ♥ disse...

Simplesmente maravilhoso - ou melhor, profundo, amargo e insano. ♥

DILERMArtins disse...

Mas bah, guria.
Parabéns...Mais que profundo, amargo, insano...Diria: Essa se garante! rs.
Abração.

Thais Cristina, disse...

Lindo amore e mto obrigada pelo selinho *-*
eu tava sem net e só vi a pouco tempo, mas agradeci lá no blog!

Beijos (!)